Itália mantém bloqueio de exportação da vacina AstraZeneca

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Frascos da vacina AstraZeneca - Oxford
DADO RUVIC / REUTERS

Nesta sexta (5) Luigi Di Maio, ministro das Relações Exteriores da Itália, declarou que o governo manterá o bloqueio de exportações de vacinas contra covid-19 produzidas no país. O bloqueio acontecerá até que a AstraZeneca cumpra completamente os contratos que tem com a Itália e União Europeia.

A decisão pelo bloqueio foi divulgada nesta quinta (4), quando o governo italiano reteu cerca de 250 mil doses do imunizante CovidShield que estavam destinadas à Austrália, produzido pela farmacêutica.

Segundo o ministro, o bloqueio é uma resposta às empresas e não um “ato hostil contra a Austrália”. Di Maio reforçou que tem “máxima solidariedade para os países em dificuldades, mas a Itália e a Europa devem ter o respeito aos contratos firmados e aos prazos de fornecimentos”.

O bloqueio de doses de vacinas por países europeus não deve ser uma surpresa, uma vez que é natural que os países priorizem seus habitantes. De qualquer forma, em uma situação de calamidade global, é esperado que os países se solidarizem entre si.

Por isso, é importante fortalecer a pesquisa das universidades locais, que desenvolvem a ciência necessária para a produção, por exemplo, de imunizantes contra doenças que assolam um país. Este não é o caso do Brasil, em que o governo federal insiste em perseguir e enfraquecer as Universidades Públicas, atacando, também, a soberania nacional.

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