Cuidado com sua poupança, Collor vem ai!

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Collor com olhos de cifrão e Banco Central do Brasil.
Foto: Colagem.

Collor agora é consultor de economia do Bolsonaro. A primeira coisa que todos se perguntam é “E a poupança?”.

Bom, de minha parte o Collor se deu mal, pois não tenho dinheiro. Não adianta ele tentar tomar.

No tema da economia brasileira, sobre o Banco Central temos um problema, que é não poder afirmar que vai piorar, pois ele já está sendo governado contra os brasileiros.

Atualmente a administração do Banco Central está escondendo a inflação. Por isso, os salários não aumentam e o seu dinheiro que está na poupança está perdendo o valor. Isso porque a correção de acordo com a inflação não está acontecendo.

Portanto, o BC já está sendo administrado contra o trabalhador. É difícil imaginar como essa autonomia conseguiria piorar ainda mais a realidade do atual governo Bolsonaro.

Se pensarmos em um cenário ideal, que seria o Estado Democrático de Direito, essa autonomia com certeza seria muito ruim.

Porém, o que acontece atualmente é que o governo Bolsonaro está lutando contra o tempo para tentar vender o máximo, privatizar o máximo possível e o Guedes, enquanto ele está por lá, está tentando comprar o máximo possível.

Em analogia, podemos pensar em um ladrão. Quando o ladrão entra em algum lugar, ele tenta roubar o máximo que ele consegue no menor espaço de tempo, porque a polícia vai chegar.

O mesmo acontece com o governo Bolsonaro, que é formado por pessoas que estão tentando saquear o máximo que conseguem durante o tempo em que estão no poder.

Durante esse período que eles estão saqueando, o Banco Central está sendo controlado contra os interesses da população. O salário não aumenta, as pensões não aumentam, o seu dinheiro na poupança não aumenta, mas tudo nas prateleiras está aumentando.

Enquanto o governo Bolsonaro estiver em vigência, não vejo possibilidade de piora na situação do BC. Não há como piorar ainda mais.

Entretanto, no decurso de um governo democrático essa situação é inadmissível. Isso, pois a única forma que o governo tem de ter soberania é com o controle sobre o Banco Central. Se o BC tem autonomia, o país não tem soberania.

Se não se tem controle sobre o dinheiro da Nação, sobre a taxa de juros e esses detalhes, automaticamente não se consegue governar.

A fim de exemplificar, pensemos em um patrão que não tem dinheiro. O empregado não vai o obedecer, pois não vai receber o salário. Grosso modo, seria esta a situação.

O risco que acontece com a poupança é que o dinheiro brasileiro está desvalorizando demais. Portanto, todos que têm dinheiro o estão perdendo, por conta do governo Bolsonaro. Isso inclui os ricos.

É explícito que a continuidade do governo Bolsonaro é maléfica.

A autonomia do Banco Central durante o Estado Democrático de Direito é um grande problema. Porém, no decorrer do governo Bolsonaro, qualquer coisa que saia das mãos dessa equipe não pode ir para lugar pior.

Da mesma forma, temos a questão da vacinação. Não estamos vivendo um momento político convencional. Quem está por trás da vacinação do governo federal são Bolsonaro e Pazuello. Qualquer coisa no lugar deles vai ser melhor.

Quem está por trás da questão do Banco Central é o Guedes. Qualquer coisa no lugar do Guedes vai ser melhor.

Para reverter essa excrescência, precisamos emplacar um número suficiente de progressistas no Congresso. E precisamos reverter essa situação, pois entregar ao mercado o controle da moeda brasileira e da inflação é uma inimaginável, não faz sentido algum para um país soberano.

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