Boletim O Sul do Mundo #39

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O Haiti vive semanas de protestos nas ruas e agitação política causada pela permanência do presidente Jovenal Moïse no poder.
Foto: Hector Hetamal / AFP

Ação global por Haiti

Diante de um governo autoritário de Jovenel Moïse no Haiti, que já passou do seu tempo estipulado de governo, e tem reprimido a população, organizações, partidos, sindicatos, movimentos populares, redes estão convocando “todos que se identificam com os povos que lutam contra a opressão imperial e ditatorial em qualquer parte do mundo para expressar sua solidariedade no dia 29 de março a:”

– Realizar manifestações em lugares simbólicos em nossos países, embaixadas dos Estados Unidos ou Haiti (onde houver) ou na sede da ONU, OEA.

– Implementar uma campanha de mídia social com fotos e vídeos com #NoDictatorshipInHaiti, #DownWithUSImperialism, #LongLiveHaiti, #HaitiLibre

– Assinar e apresentar petições e cartas nas instituições governamentais de cada país, denunciando a situação no Haiti e exigindo que o governo ditatorial de Moïse não seja reconhecido.

Para adicionar a assinatura de sua organização, inscreva-se aqui até 28 de março: https://forms.gle/nuKPsiAkgzrpCw34A

Canal de Suez interditado

Responsável por 12% do comércio mundial, sob administração do governo do Egito, o canal de Suez segue interditado devido ao encalhe do navio pertencente à empresa taiwanesa Evergreen Marine, devido aos fortes ventos no país. Outros 150 navios já estão parados, causando grandes perdas econômicas.

A empresa responsável acredita que até o final de semana, o buque será desencalhado.

O Canal de Suez conecta os mares Vermelho e Mediterrâneo e permite a comunicação marítima entre a Europa e a Ásia.

Argentina deixa grupo de Lima

O governo de Alberto Fernandez na Argentina toma atitude corajosa e deixa o famigerado grupo de Lima

No texto com que foi anunciada a decisão, a diplomacia argentina indica que “a participação de um setor da oposição venezuelana como mais um membro do Grupo Lima tem levado à adoção de posturas que nosso Governo não tem podido e não pode acompanhar”.

A decisão soma-se a outras medidas importantes que, em período de pandemia, os governos de Obrador no México e Fernández na Argentina tem tomado. Sob pressão da direita nos respectivos países, ambos os governos, em que pese as amarras institucionais, tem apresentado medidas populares e corretas.

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