Boletim O Sul do Mundo #38

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O Haiti vive semanas de protestos nas ruas e agitação política causada pela permanência do presidente Jovenal Moïse no poder.
Foto: Hector Hetamal / AFP

Haiti segue resistente

Seguem ocorrendo no país mobilizações contra o governo de Jovenel Moïse já considerado pelos movimentos populares como uma ditadura, por ter se prolongado no poder além do prazo de seu mandato. A análise do jornal Haïti Liberté é de que a oligarquia busca se manter no poder, subjugar as massas rurais e urbanas, sobretudo as camponesas, abrir espaço para as empresas transnacionais devido ao número de terras à disposição e ao interesse de corporações.

Maduro manda a real

O governo de Nicolás Maduro, anunciou que irá ajudar o estado do Amapá, enviando cilindros de oxigênio para o estado para tratamento de pessoas intubadas com a Covid-19. É o segundo estado brasileiro em crise sanitária gravíssima com a pandemia a ter auxílio da Venezuela. O primeiro foi o Amazonas. O clima, no entanto, não deixa de ser tenso. Maduro ainda classificou o Brasil como ameaça global e criticou o descontrole da pandemia e surgimento de novas cepas do vírus por culpa de Jair Bolsonaro: “Atitude iresponsável com o povo de Brasil. Brasil é uma ameaça para o mundo hoje, por culpa de Jair Bolsonaro. Que podia ter pedido ajuda aos distintos setores científicos, médicos, políticos, de Brasil. Ao mundo, mas ao invés de pedir ajuda, o que faz é dizer para que as pessoas não se protejam da quarentena, uma loucura de verdade, não tem nome”, afirmou o mandatário venezuelano em seu programa dominical.

No méxico, governo aumenta gasto em aposentadoria (Com La Jornada)

No México, em 2016, ainda sob vigência de um neoliberalismo duro e de quase quatro décadas de vigência, os trabalhadores perderam a referência do salário mínimo e o vínculo com o valor das aposentadorias.

Têm exigido que voltem à medição anterior, ou seja, que o salário mínimo continue a ser o que indica o aumento das pensões. Ao menos, o atual governo de Andrés Manuel Lopez Obrador (AMLO) aumentou o orçamento anual da referida pensão de 135 bilhões de pesos mexicanos para 240 mil em 2022, 300 bilhões em 2023 e 370 bilhões em 2024, em benefício de 10 milhões 300 mil idosos.

Ele ressaltou que os recursos virão do que foi obtido com a chamada austeridade republicana, que é o combate do governo à corrupção, “sem aumento da dívida nem dos impostos”.

A idade para recebê-la também cairia de 68 para 65 anos.

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